:: 16/ago/2022 . 16:15
MÚSICA: Conheça quem é o baiano dono do sucesso “Tem Cabaré essa Noite”.

Muitas pessoas podem não o conhecer pelo nome, mas tem grande chance de já terem se divertido ou até mesmo sofrido com as músicas compostas pelo baiano Flávio Silva de Souza, de 39 anos. Foi da cabeça dele que saíram verdadeiros hits que fizeram e fazem sucesso por todo país na voz de cantores sertanejos e de arrocha.
Casado, com um filho e com moradia dividida entre as cidades de Salvador e Goiânia, o soteropolitano se dedica à música não só como compositor, mas também como cantor.
O atual sucesso de Flavinho do Kadet, como é conhecido, é “Tem Cabaré Essa Noite”, composta em 2019, mas que viralizou após ficar “esquecida” e levar a lambada de volta às paradas. A música tem embalado festas e é trilha obritória em dancinhas nas redes sociais.
O compositor diz que já tinha desistido da versão de “Te Robaré”, de Prince Royce, e vendeu exclusividade a “preço simbólico”. Foi aí que a música emplacou nas vozes de Nivaldo Marques e Nattan.
“O empresário de Nivaldo conversou comigo, pediu autorização para ele [cantar] e aí explodiu”, disse.
“Tem Cabaré Essa Noite” não “nasceu” na Bahia. A música foi composta em Goiânia.
“Eu fui para Goiânia, compor em um estúdio de amigos meus e durante o dia colocaram a versão original, do Prince Royce, e eu fiquei o dia todo com essa música na cabeça”, contou.
Flavinho então pensou em duas possibilidades: gravar o clássico em espanhol, no ritmo do arrocha, ou fazer um nova versão. A segunda foi a escolhida após conversa com o cantor Guto, com quem faz dupla (Guto e Flavinho).
“Decidi fazer a outra versão, com uma história completamente diferente e aproveitando a melodia”.
*G1
ELEIÇÕES 2022: Campanha eleitoral começa nessa terça-feira; Confira quem são os candidatos à Presidência.
A largada da campanha eleitoral será dada oficialmente nessa terça-feira. Candidatos poderão pedir votos de forma explícita, divulgar o número usado nas urnas e distribuir panfletos aos eleitores.
O período eleitoral se estenderá até 2 de outubro e 30 do mesmo mês, caso haja segundo turno. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o prazo para registro das candidaturas, planos de governo e declarações de patrimônio se encerraram nessa segunda.
Até o momento, 12 chapas já foram lançadas para disputar a presidência e a vice-presidência da República, confirmadas nas convenções nacionais de seus partidos. Até o fim da tarde deste sábado, 11 foram registradas no TSE, incluindo os planos de governo.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera, até o momento, as pesquisas de intenção de voto. A chapa é composta também pelo ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin, adversário histórico do petista. A aliança significa a junção de propostas tanto do PT quanto do PSB, e foi redigida em 21 páginas.
A coligação também comporta PV, PCdoB, PSol, Rede, Solidariedade, Avante e Agir, reunindo o maior tempo de propaganda gratuita no rádio e na televisão: 3 minutos e 26 segundos.
O presidente Jair Bolsonaro busca a reeleição com o general Walter Braga Netto ao seu lado, ex-ministro da Defesa. Além do PL, partido dos dois, a composição é apoiada ainda pelo Progressistas e pelo Republicanos, tendo um total de 2 minutos e 40 segundos de propaganda gratuita, o segundo maior, atrás de Lula.
Bolsonaro tenta um novo mandato com um histórico negativo na economia, aumento da fome e com as consequências da crise sanitária causada pela covid-19. Ele também enfrenta um grande índice de desaprovação do governo. Porém, algumas apostas para reverter a atuação já mostraram efeitos nas pesquisas.
O terceiro lugar é ocupado pelo ex-governador do Ceará Ciro Gomes. Como vice, em uma chapa puro-sangue, o pedetista tem a vice-prefeita de Salvador, Ana Paulo Matos. O candidato não conseguiu consolidar alianças nacionais com outros partidos, e terá apenas 50 segundos de propaganda gratuita.
Na pesquisa Datafolha divulgada em 28 de julho, ele reuniu 8% de intenções de voto, uma distância de 21 pontos percentuais de Jair Bolsonaro.
Ciro se coloca como forte crítico da polarização entre Lula e Bolsonaro, atacando os dois adversários. Segundo ele, ambos defendem o mesmo modelo econômico e político, além de terem histórico de corrupção em seus governos. Como alternativa, em seu programa de governo, o ex-governador defende medidas mais profundas.
A senadora Simone Tebet (MDB-MS) representa o autointitulado “centro democrático”, ao lado da também senadora Mara Gabrilli (PSDB-SP). A candidatura é apoiada pelo Podemos e pelo Cidadania, costurando o terceiro maior tempo de televisão: 2 minutos e 16 segundos.
Os demais candidatos pontuam menos de 1% nas pesquisas. Soraya Thronicke (União) foi escolhida como candidata do União Brasil após a saída do presidente da legenda, Luciano Bivar, do páreo. Ao lado de Marcos Cintra, a chapa defende principalmente uma reforma tributária com criação de imposto único, e tem parcela considerável do tempo de televisão: 2 minutos e sete segundos, por representar o maior partido do país.
Veja as 11 candidaturas presidenciais registradas até o fim da tarde deste sábado
Ciro Gomes (PDT); vice: Ana Paulo Matos (PDT)
Felipe D’Avila (Novo); vice: Tiago Mitraud (Novo)
Jair Bolsonaro (PL); vice: Walter Braga Netto (PL)
Léo Péricles (UP); vice: Samara Martins (UP)
Luiz Inácio Lula da Silva (PT); vice: Geraldo Alckmin (PSB)
Pablo Marçal (Pros); vice: Fátima Pérola Neggra (Pros)
Roberto Jefferson (PTB); vice: Kelmon Luís da Silva Souza (PTB)
Simone Tebet (MDB); vice: Mara Gabrilli (PSDB)
Sofia Manzano (PCB); vice: Antonio Alves (PCB)
Soraya Thronicke (União); vice: Marcos Cintra (União)
Vera Lúcia (PSTU); vice: Raquel Tremembé (PSTU)
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